Para ser considerado uma pessoa depressiva, o sujeito tem que apresentar mais de um dos sintomas no mesmo mês:
- Humor deprimido
- Perda de interesse por atividades antigamente satisfatórias
- Diminuição de energia.
- Biológicas: genética, estrutura e química do cérebro.
- Psicológicas: estresse, traumas, desamparo, forma de perceber e lidar com o mundo
- Sócio-culturais: papéis, expectativas, suporte social.
- Dificuldade em divertir-se
- Queixas: tédio ou “nada para fazer
- Preferências por atividades solitárias
- Queixas físicas: cansaço, falta de energia, dores de cabeça, dores de barriga, insônia.
- Pensamentos recorrentes de morte.
- Idéias e planejamento de suicídio.
Os estudos mostram que a criança que sofreu de depressão na infância, tem mais chances de apresentar futuras crises de depressão.
As crianças ficam deprimidas, tão freqüentemente e tão profundamente, quanto o adulto. Muitas vezes, os comportamentos da criança deprimida são confundidos e interpretados de maneira errônea pelos pais.
Esses transtornos podem afetar consideravelmente o futuro dessas crianças, também em âmbito escolar, familiar e social. Muitas das ocorrências de fracasso escolar em crianças, estão intimamente relacionadas à transtornos emocionais como a depressão.




