terça-feira, 14 de dezembro de 2010

Módulo 2 - Vídeo-aula 28: Depressão na infância e adolescência

   Depressão é transtorno de humor ou afeto; sentimento de tristeza profunda, associado com sintomas fisiológicos e cognitivos na pessoa. 
Para ser considerado uma pessoa depressiva, o sujeito tem que apresentar mais de um dos sintomas no mesmo mês:
  •   Humor deprimido
  •   Perda de interesse por atividades antigamente satisfatórias
  •   Diminuição de energia.
  Causas da depressão:
  •   Biológicas: genética, estrutura e química do  cérebro.
  •   Psicológicas: estresse, traumas, desamparo, forma de perceber e lidar com o mundo
  •   Sócio-culturais: papéis, expectativas, suporte social.
  Sintomas  da depressão:
  •   Dificuldade em divertir-se
  •   Queixas: tédio ou “nada para fazer
  •   Preferências por atividades solitárias
  •  Queixas físicas: cansaço, falta de energia, dores de cabeça, dores de barriga, insônia.
  •   Pensamentos recorrentes de morte.
  •   Idéias e planejamento de suicídio.
Os estudos mostram que a criança que sofreu de depressão na infância, tem mais chances de apresentar futuras crises de depressão.
As crianças ficam deprimidas, tão freqüentemente e tão profundamente, quanto o adulto. Muitas vezes, os comportamentos da criança deprimida são confundidos e interpretados de maneira errônea pelos pais.
Esses transtornos podem afetar consideravelmente o futuro dessas crianças, também em âmbito escolar, familiar e social. Muitas das ocorrências de fracasso escolar em crianças, estão intimamente relacionadas à transtornos emocionais como a depressão.

Módulo 2 - Vídeo-aula 27: stress e ansiedade na infância e adolescência

Estresse e ansiedade: reação do organismo diante de situações difíceis ou excitantes.
Num período de estresse ou ansiedade, o equilíbrio da pessoa é afetado, cada órgão passa a trabalhar num ritmo diferente dos demais: dependendo da duração dos sintomas e da interpretação dos estímulos, quebra o equilíbrio interior enfraquecimento do organismo.
Ansiedade: características biológicas ou psicológicas que antecedem momentos de perigo marcadas por sensações corporais: vazio no estômago, taquicardia, sudorese, medo intenso, aperto no peito, rubor, calafrios, confusão, nó na garganta, etc.
Estresse infantil: toda criança da atualidade vive momentos de estresse ainda nos primeiros anos devida (acidentes, doenças, hospitalizações, nascimento de irmãos, etc).
  Fatores internos que causam estresse infantil:
  • Características de personalidade, pensamentos e atitudes da criança diante das situações da vida diária.
  •  Ansiedade, depressão, desejo de agradar, medo do fracasso, preocupação com mudanças físicas, dúvidas quanto a sua  capacidade, etc.
  Fatores externos:
  •  Acontecem devido a mudanças significativas, atividades em excesso, brigas ou separação de pais, etc.
Sintomas físicos do estresse infantil:
  • Dor de barriga;
  • Diarréia;
  • Tique nervoso;
  • Dor de cabeça;
  • Náusea;
  • Hiperatividade;
  • Enurese noturna (xixi na cama);
  • Gagueira;
  • Tensão muscular;
  • Ranger de dentes;
  • Falta de apetite;
  • Mãos frias e suadas.
Sintomas psicológicos do estresse infantil:
  • Terror noturno;
  • Introversão súbita;
  • Medo ou choro excessivo;
  • Agressividade;
  • Impaciência;
  • Pesadelos;
  • Ansiedade;
  • Dificuldades interpessoais;
  • Desobediência;
  • Insegurança;
  • Hipersensibilidade.

Se o estresse infantil não for tratado pode desencadear em outras doenças.

Módulo 2 - Vídeo-aula 26: o fenômeno do bullying

Módulo 2 - Vídeo-aula 25: Práticas de cidadania

A realidade social é costruída historicamente e o sujeito produz e é determinado pela realidade social. Por esse motivo, antes de se construir um projeto social, deve-se estudar a realidade da comunidade, seus valores e suas crenças. Muitas vezes os projetos são elaborados a partir do conhecimento científico acumulado e pressupõe que esse conhecimento científico deve ser transmitido à população. Pode acontecer de a população não aderir ao projeto porque esse conhecimento científico colide com as crenças populares enraizadas nos grupos sociais.
Tendo em conciência essa realidade, ao desenvolver um projeto, as pessoas devem se apresentar e esclarecer os objetivos, devem observar a comunidade e reconhecer as prioridades, os líderes, etc. Também é necessário estabelecer parcerias, e fazer um levantamento das demandas a serem atendidas.

Módulo 2 - Vídeo-aula 24: Mídia e comportamento

A infância e a adolescência é um período de maior vulnerabilidade a influências externas,sendo uma delas a mídia,que é um importante meio de socialização.
A mídia retrata modelos de conduta de uma determinada maneira, selecionam informações e conhecimento, fornecem estímulos.
Assim como adultos, adolescentes acreditam que a mídia influencia a todos menos a si mesmo. Os meninos são mais influenciados por cenas de violências do qua as meninas, que não admiram essa conduta. Crianças aprendem através de observação e imitação. Crianças menores de 8 anos não diferem fantasia da realidade.
O impacto negativo da mídia em crianças são: atraso de desenvolvimento neuropsicomotor, precocidade sexual, violência, transtornos alimentares (obesidade, anorexia), problemas escolares, uso de drogas.
Aos 18 anos um indivíduo terá visto 200000 cenas de violência na televisão.
De 10000 horas monitoradas de programas de TV, 61% apresentam violência interpessoal, a maioria de maneira divertida e glamorosa.
Maior porcentagem de violência é visto em programa infantil.
A mídia é um substitutivo de outras atividades – exercícios físicos, leitura interação com outras pessoas, etc.
Sendo assim, é importante ponderarmos o uso das mídias por crianças e adolescente, e incentivá-los a exercer outras práticas, como, por exemplo, leitura e esportes.

Módulo 2 - Vídeo-aula 23: uso de substâncias psicoativas

Vídeo sobre uma pesquisa realizada no município de Passo Fundo sobre drogas.

Módulo 2 - Vídeo-aula 22: Diversidade/pluralidade cultural na escola

Módulo 2 - Vídeo-aula 21: Assembléias escolares e democracia escolar

       Assembléia escolar é um espaço de diálogo, com o objetivo de trabalhar valores democráticos dentro da escola e também resolução de conflitos cotidianos através do diálogo. Neste espaço, os alunos podem expor suas idéias, críticas e sugestões.  As felicitações também são comentadas na assembléia, pois o que está dando certo deve ser exaltado para que continue acontecendo.
De acordo com Puig, assembléia escolar é o momento em que o coletivo se reúne para refletir, tomar consciência de si mesmo e transformar tudo aquilo que os seus membros consideram oportuno. É um momento organizado para que alunos e alunas, professores e professoras possam falar das questões que lhes pareçam pertinentes para melhorar o trabalho e a convivência escolar.

Módulo 2 - Vídeo-aula 20: Bullying

Este vídeo traz um depoimento de um aluno que foi vítima de bullying por anos.

Módulo 2 - Vídeo-aula 19: Violência na escola

Módulo 2 - Vídeo-aula 18: violência e educação


“Se puderes olhar, vê; e se puderes vê, repara”. Foi nesta frase de José Saramago que a aula foi baseada. O exercício de "ver e reparar" nos faz perceber o que há de errado e o que devemos corrigir. Ao mesmo tempo, não devemos sobrecarregar a escola como se ema fosse a única responsável pela aniquilação da violência.
 É importante estabelecer conexões entre escola e comunidade, para que esta goste da escola e valorize-a. As escolas que apresentam queixas de violência, não têm um projeto político-pedagógico real que pode criar uma coerência entre as ações dos professores. Estão fragmentadas pela instabilidade do corpo docente e pela instabilidade da ocupação dos cargos de direção e coordenação pedagógica. Não possuíam laços com a localidade, estão em situação de isolamento e confl ito com pais e alunos. É necessário uma ação coletiva para reparar e combater a violência,  na medida do possível.

Módulo 2 - Vídeo-aula 17: Podem a ética e a cidadania ser ensinadas?

A ética e cidadania são ensinadas através de nossas ações e exemplos. Não há como colocar na grade curricular uma disciplina para justiça, outra pra bom senso e solidariedade; ou então, não tem como uma pessoa ser formada nessas disciplinas para ensinar esses conceitos ao alunos. A virtude tem que ser vivenciada e praticada. Assim, todos que trabalham na escola, desde os faxineiros aos diretores, são responsáveis por essa formação. Temos que praticar a virtude, não ensinar a definição dela.