Muitas vezes a inclusão não funciona, podendo acarretar numa verdadeira exclusão.
As dificuldades no processo de inclusão acabam "apagando" o aluno, marginalizando-os. Este, acaba sendo visto como um aluno que não pode aprender, que não avança na escolaridade.
A relação professor-aluno deve focar na reciprocidade, mutualidade e na bi-direcionalidade.
Vivemos num momento de contraste e conflito, pois a realidade brasileira afirma a importância da inclusão desses alunos, que estes tem o direito a educação, pois esta lhe dá a oportunidade de garantir um futuro melhor e de se formar como cidadão. Em contrapartida, o que está ocorrendo na escola é uma inclusão perversa, que é uma exclusão dentro do ambiente escolar.

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