terça-feira, 5 de julho de 2011

MÓDULO IV - Vídeo-aula 12: Epilepsia na escola

As crianças, de modo geral, possuem informações erradas e crenças sobre epilepsia. A crianças trás respostas espontâneas e coletivas sobre o assunto.

Os professores são importantes modelos para as crianças; suas atitudes podem influenciar o desempenho e os comportamentos das crianças.

As ideias mais comuns a respeito da epilepsia entre os professores são:

·         QI mais baixo

·         Excesso de sofrimento = causa de epilepsia

·         Mulheres com epilepsia: não podem ter filhos

·         Pessoas com epilepsia = insanas no futuro

·         Medicações causam vício e dependência

·         Tratamento da epilepsia não adequado

·         Epilepsia: doença mental

·         Epilepsia: espírito maligno

O que fazer com um aluno com epilepsia:

·         Conversar com os pais: informações e condutas

·         Conversar com a classe sobre assuntos de saúde

·         Colocar como um dos exemplos no tema de saúde a epilepsia

·         Colocar conceitos de cidadania e solidariedade

Na hora da crise: o que fazer?

·         Manter a calma

·         Afastar objetos que ofereçam risco

·         Virar a cabeça de lado

·         Acalmar os outros alunos

·         Esperar a crise passar

Depois da crise: o que fazer?

·         Falar que o aluno teve uma convulsão aos pais

·         Levá-lo para um lugar calmo

·         Conversar com a classe: percepção, atitudes

·         Quando o aluno voltar: tratamento normal; a rejeição é o pior remédio neste momento.

Na hora da Educação Física:

·         Lembrar que o aluno pode participar de atividades coletivas, pode jogar bola...

·         Não tratá-lo como “café com leite

·         É fundamental que ele se sinta inserido

·         Importante: saber dos pais se tem alguma limitação.

Na hora da lição:

·         Lembrar que o aluno tem condições semelhantes aos outros da classe

·         Às vezes: explicação individual

·         Importante: saber se a medicação tem algum efeito colateral ou se o aluno tem outras comorbidades

Considerações importantes:

·         Horário das medicações

·         Presença de comorbidades

·         Contato em caso de urgência

·         Colegas de classe: ótimos companheiros e aliados da escola

·         Auxiliares da escola também devem estar cientes

O aluno com epilepsia deve se sentir inserido dentro da escola. Quanto mais aceito for, melhores suas chances de ter o desenvolvimento pleno. Melhora também a aprendizagem dos outros alunos sobre as diferenças. A formação ética desmistifica as crenças, reduz o estigma e o preconceito. O professor capacitado amplia a rede de informação sobre epilepsia e os valores éticos para os alunos, famílias e comunidade.

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