A diferenciação da organização do território com limites em função de seu tamanho, como população, cidades, países, regiões, da escala de significado, que estabelece o nível de interpretação.
O bairro ajuda a entender a dimensão social e econômica e também a dimensão cultural daquele grupo que pertence àquela escola que pertence àquele lugar.
Fazer da cidade um objeto de educação geográfica significa superar a superficialidade conceitual e estabelecer uma relação mais eficaz entre o saber formal e o informal.
Os alunos descobrem que a cidade é mais do que uma decodificação das informações, que ela revela sua aparência, mas pode-se descobrir a sua estrutura, sua gênese e função.
Para estudar a cidade é importante ter todos os aspectos ao mesmo tempo: território, local de vivência, circulação diária, as representações simbólicas do lugar são diferentes em função das práticas e da história de cada um.
A temática urbana pode ter vários enfoques:
· Enfoque morfológico - No estudo a ênfase é a descrição de formas construtivas e visíveis, por exemplo:
o Classificação dos bairros;
o Tipo de edificação;
o Rede de circulação;
o Tipo de estabelecimentos;
o Rede social (escola, hospitais, postos de saúde, etc.)
· Enfoque histórico – o ensino se organiza a partir dos relatos da biografia da cidade e da vida de seus habitantes, por exemplo:
o História de vida;
o Mudanças e permanências;
o Tempo.
· Enfoque ambiental – quando a problemática for meio ambiente.
o Análise do meio físico e os impactos das construções;
o O cidadão como protagonista será o ensino centrado no conhecimento e exercício dos direitos do cidadão.
Finalizando o estudo da cidade:
· Como vivem as pessoas;
· Como funcionam as cidades;
· As redes de circulação;
· Qualidade de vida;
· Elaboração do plano diretor;
· Análise ambiental.
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