terça-feira, 5 de julho de 2011

MÓDULO IV - Vídeo-aula 07: Epilepsia nas diferentes fases da vida: infância, adolescência e fase adulta

O diagnóstico da epilepsia é feito pelo médico. Este diagnóstico altera o “status social do paciente, pois ele passa a ser uma pessoa doente, sendo que antes era considerada uma pessoa saudável. O diagnóstico pode causar preocupação, confusão, tristeza, etc. Também pode levantar muitos questionamentos, como medo, crenças, revolta, etc. Essas reações são normais, mas podem influenciar o modo de viver e de se relacionar com os outros.

Quando o paciente recebe o diagnóstico na infância, é muito importante que pais e escola estejam muito envolvidos nesse processo. A infância é um período de aquisição e desenvolvimento de habilidades e competências sociais, cognitivas e acadêmicas. Nesta fase podem ocorrer os seguintes prejuízos: acadêmicos, interpessoais e emocionais (traços de personalidade). Na infância, o sentimento/comportamento dos pais reflete muito no sentimento/comportamento dos filhos. Então, é muito importante que os pais tenham sentimentos positivos, e que não demonstrem medo, culpa, preocupação, etc.  O filhos começam a se sentir apreensivos em relação a epilepsia quando os pais reagem dessa forma. É muito importante que todos da escola saibam que a criança tem epilepsia, pois no caso de uma crise todos saberão o que fazer.

 Já no caso dos adolescentes, essa fase é onde se busca a autonomia, independência e desejo social. A epilepsia trás a imprevisibilidade, a dependência dos pais e DAE’s e o preconceito.

Na fase adulta a epilepsia influencia negativamente no emprego e nas relações sociais. Também influencia nos conflitos familiares e sociais, stress financeiro e alterações emocionais.

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