Foi observado na comunidade escolar baixo auto-estima e distorção de identidade.
A ação Uh-Batuk-Erê tem por objetivo buscar um diálogo com a comunidade. Para tanto, buscou-se promover a arte como mediadora do multiculturalismo presente na identidade brasileira, orientada pela pedagogia da autonomia, da emoção do saber consciente.
A ação ocorre em oficinas de percussão, dança, capoeira (corpo, movimento e expressões); oficinas de canto, oralidade e artesanato (produção e expressão de ideias e sentimentos); fóruns comunitários (espaço de discussão dos responsáveis com relação a demanda, aos estigmas, ao preconceito, as dificuldades encontradas na região).
Através do fórum foi elaborada carta esmeralda, onde estava escrito as intenções e desejos da comunidade.
As trilhas culturais foi outro recurso utilizado no projeto. Essas trilhas fizeram com que os alunos vivenciassem outros espaços culturais e de lazer. Assim, eles poderiam exigir espaços similares em sua comunidade.
As apresentações feitas serviram para mostrar a comunidade o quanto os alunos haviam aprendido e levar as experiências para todos.
O protagonismo é outra frente, onde os alunos trazem a comunidade para dentro da escola.
O projeto teve várias conquistas externas, recebeu vários prêmios.
Este projeto teve de inovador o diálogo permanente entre o sentimento e a ação, num processo contínuo de formação, que aproxima seus componentes.
O projeto permitiu com que mudasse a relação como grupo, a atuação e envolvimento no espaço-escola. Compartilhamento de ações coletivas, encontros comunitários e redução de preconceitos e desigualdades foram outras conquistas.
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