Espera-se do aluno, mesmo com deficiência, que ele aprende dentro de um certo ritmo e regularidade. Quando isso não acontece, ele é tachado de estranho.
Pode-se amenizar certas dificuldades com o auxílio de recursos.
Tratando-se de deficiências sensoriais pode-se usar recursos tecnológicos e profissionais. Por exemplo, crianças cegas podem utilizar leitura em braile; amplificadores visuais para deficientes visuais; libras para os surdos; amplificadores de som; cadeiras especiais, uso de computadores para deficientes físicos.
Já a criança com deficiência intelectual não precisa de uma linguagem alternativa, ela reconhece e acompanha a linguagem coloquial. Para se trabalhar com essas crianças deve-se levar em conta a plasticidade cerebral e o papel fundante do “outro” e do meio.
A plasticidade cerebral é a propriedade do sistema nervoso que permite o desenvolvimento de alterações estruturais e funcionais - capacidade adaptativa. Precisamos conhecer a criança para saber quais as áreas afetadas, como potencializá-las e quais as habilidades que essa criança tem. Para isso devemos fazer um diagnóstico, em conjunção com um profissional da saúde.
O meio (a escola) e o professor, em parceria com a família, tem como papel no processo de mediação da criança, na identificação das dificuldades, no desenvolvimento de habilidades, na descoberta de potenciais, no respeito a especificidades.
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