O processo de inclusão é muito complexo, pois envolve a família, a escola, os profissionais da saúde e a sociedade.
Os desafios para a prática inclusiva são, para a família, uma série de dúvidas quanto a matrícula do filho com NEE em escolas regulares: se ela vai estabelecer relações e vínculos; irá se tornar autônomo e independente; se a criança será aceita e acolhida; se haverá uma aprendizagem efetiva.
Aos professores aparecem as seguintes questões: Estou ou não preparado? Como garantir a aprendizagem? Como lidar com as diferenças?
Com relação as crianças com NEE, apresentam interesse em: ouvir e escutar; reconhecer as capacidades e habilidades; identificar necessidades; paradoxo da pluralidade.
E as demais crianças que freqüentam a escola apresentam: curiosidade e interesse pela diferença e respeito por elas.
A escola como um todo, apresenta um importante papel da coordenação e direção, deve propiciar espaços para reflexão, planejamento e avaliação permanentes. Também deve sustentar dúvidas e perguntas e estabelecer parcerias com outros profissionais.
Os profissionais de saúde podem ser grandes parceiros neste processo. Eles podem trazer a escola: ênfase na dificuldade e na deficiência e uma visão clínica e individual.
Todas essas esferas devem se unir para poder realizar um processo de inclusão verdadeiro. Todos são importantes para que isso ocorra, todos os grupos possuem a sua função.
Todas essas esferas devem se unir para poder realizar um processo de inclusão verdadeiro. Todos são importantes para que isso ocorra, todos os grupos possuem a sua função.
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